sábado, 25 de fevereiro de 2012

Tempo de faxina

Não sei por onde começar.
Ainda assim, comecei. Simplesmente.
Tempo de faxina.
É preciso colocar em ordem, primeiramente, aquilo que será instrumento em minhas mãos.
Bobeira minha querer começar, sem me dar conta do que já tenho a meu favor para tal atividade.
Ironia demais de minha parte achar que nada possuo.
Agora ficou mais fácil. Sei o que tenho para trabalhar.
O trabalho em si, vai sendo feito de acordo com a necessidade. Mas os instrumentos estarão aqui.
Estou reforçando, repetindo, enfatizando. Dizem que quem enfatiza, convence!
Quero te convencer a olhar a sua volta.
Veja quantos instrumentos você tem.
Repito. Conforme a necessidade do trabalho, nem sempre visto positivamente por nós, descobrimos o quão importantes são aqueles que estão à nossa volta, servindo de instrumento para esse novo, essa faxina!
Todos passamos pela experiência da mudança, querendo ou não.
Uma coisa venho a enfatizar, sem esses instrumentos, ficará muito mais complicada sua faxina!
Obrigada aos que me ajudam nesse novo, talvez tumultuado, cheio de poeira...
Mas que aguarda pelo melhor que há de vir!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Não vá embora

Já não se tem outra escolha. 
Não se encontra força nem motivo para lutar contra.
Me permitir. Eis aí algo a fazer.
Faço com que tudo esteja a meu favor. 
Posso ouvir uma torcida. Ainda que vozes confusas e amargas.
Um novo. 
Um sorriso.
Um alívio.
Um "não vá embora".
Quero que continue a me mostrar esse lado. Antes, desconhecido.
Me tornar descobridor de mim mesmo. Estou gostando disso.
Continuo assim..
Me permito.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Sob nova perspectiva!

Tudo a favor. Começamos bem!
Tudo se renova para que você viva.
Para que anseie a cada dia o por do sol, cada vez mais reluzente.
Nova perspectiva faz com que enxerguemos os detalhes. Fujamos do óbvio.
Façamos o inesperado.
Saibamos esperar, a sensação de satisfação é bem maior. Garanto.
Vamos voar? Eu te convido.
Se sim, nos prepararemos antes. Não basta querer.
Prefere caminhar? Em partes eu também.
Não estranhe, não. Não mudei meu caminho, apenas a forma de caminhar.
Vamos comigo, deixe-se permitir!
Você pode ser melhor do que isso!
Começamos bem!

por: Débora Afonso

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Lapidando as palavras

Já havia me esquecido o quanto as palavras são sábias e amigas. Tal sabedoria que me faz ver o quanto a anseio. Ainda melhor, que não é inatingível. Que somos grandes descobridores, ainda que de nós mesmos. Que basta imaginar-se no controle delas para percebermos que não o temos. Que são reflexo de um impulso de nossas ações, por muitas vezes não realizadas. Elas nos permitem ir aonde quisermos, ser aquilo que desejamos, ter as virtudes necessárias para bem viver. Na imaginação, na ação, na perspectiva, no projeto, no sonho. Palavra. Sabedoria. Sabedoria. Palavra. Voltei a escrever.


Débora Afonso

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Esperar



Todos já passamos pela experiência. E quanto mais experientes, mais claro fica a nossa apreensão. Te diria apreensão pra não usar de um sinônimo, o medo. Pode soar muito forte. Talvez porque se encaixe melhor na frase. Nos sentimos prontos para as coisas. Mas num piscar de olhos, mostramos nossa frágil humanidade. Nada seria tão complicado como costumamos complicar. Tudo se traduz na forma com  que olhamos as coisas. Um objeto, por exemplo, por natureza tem várias faces. Num olhar, é impossível que se analise todas elas. Assim, damos a interpretação que bem queremos, ou não. Perdemos toda a beleza de suas diferenças. Seus detalhes com certeza nos levariam a uma conclusão mais exata. Preciso é confiar, mais nada. Santa Tereza d’Avila nos ajuda: “Nada te perturbe, nada te assuste, tudo passa. Deus nunca muda. A paciência tudo alcança. Quem a Deus tem, nada lhe falta. Só Deus basta!”


Por: Débora Afonso



quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Um pouco de foco te fará bem!

Já parou pra analisar como temos o terrível hábito de dar muita importância ao que não importa? Alguns me diriam que tudo importa. Discordo. Damos margem a tantas coisas e nos esquecemos de que temos o direito sim, de não nos questionar com tantas coisas. Desespero é para quem não sabe o que quer. Tudo se torna mais fácil quando temos uma meta. A questão é que na maioria das vezes nós temos uma meta, mas não temos o foco que nos faça esperar pelo que tanto almejamos! O que nos faz então perder esse foco? Desalento? Rotina? Falta de fé? Falta de coragem? Timidez? Medo? Ou comodismo mesmo?
Eu poderia ter escrito todas essas questões com apenas um ponto de interrogação no final da frase. Não o fiz por querer te mostrar como enfatizamos o que nos impede de focar no que importa!
Nada é inatingível. Porém é preciso ter os pés no chão e saber por onde, e o principal de tudo, para onde estará caminhando. Não é tão difícil. Saiba que não quis dizer que é fácil. O que fazer então? Apenas faça acontecer. Acredite e ande. Quem fica parado não chega a lugar algum. Se preciso for parar e descansar, assim o faça. Isso não é, de forma alguma, motivo de vergonha. Peço licença a Chico Buarque pra te dizer “não se afobe não, que nada é pra já.”
Um pouco de imperativo te fará bem: ande, caminhe, faça, aconteça, foque, almeje e seja!

por: Débora Afonso

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Imensidão das gotas

Diante dos olhos uma imensidão.
Talvez nos seja uma ilusão
buscar o que não se tem fim
quando o início nos basta um simples passo.
De que vale uma simples gota d'água?
A mesma torna-se incomparável às grandes torrentes.
Os fortes ventos distorcem sua beleza
e mais uma vez tudo parece se perder.
Mas a calmaria vem.
Vem com o amanhecer.
E com ela a alegria de compreender
que essa imensidão é formada por aquela simples gota.

por: Débora Afonso